Conservação ambiental em espaço urbano
Ao longo da trajetória da disciplina Biodiversidade, Geodiversidade e Conservação 2019 foram disponibilizados diversos estudos e bibliografia referente aos processos de reflexão a cerca da biodiversidade, as discussões e formas de conservação da geodiversidade. Nesse sentido, esse post se articula com o tema da conversação ambiental a partir do panorama da cidade. Isto é, perceber algumas das variadas formas de se conservar o meio ambiente natural ou realizar práticas ecológicas em meio urbano.
Nesse sentido, o exemplo aqui destacado é a prática de conservação ambiental a partir da construção de parques ecológicos em áreas urbanas. Esses parque foram desenvolvidos com o objetivo e preservar a natureza e os recursos nela existentes.
A grande densidade demográfica dos centros urbanos acabaram por fomentar cada vez mais o uso do território para fins humanos, sendo a terra, o local de maior acesso as produções agrícolas e industriais, mas que são desenvolvidos a partir de uma exploração excessiva e prejudicial para a vida saudável do planeta.
As cidades e a cultura automotiva trouxeram para a vida dos citadinos maiores problemas de poluição e emissão de gases poluentes. A quantidade de CO2 na atmosfera vem crescendo em números alarmantes. Os engarrafamentos, os carros poluidores e os transportes públicos em massa colocam ao ambiente da cidade, uma sensação e realidade de poluição e mal estar. Entretanto, a industria de automóveis cresceu em média 11,4% no ano de 2019, de acordo com a notícia disponibilidade pelo Jornal Folha de São Paulo.
Dessa maneira, a criação de parques e zonas de preservação podem ser considerados, do ponto de vista ecológico, como uma tentativa na gestão da ocupação e produção da cidade, de se coexistir o meio ambiente natural sem maiores impactos humanos em sua permanência com a vida turbulenta da cidade.
A denominação de parques como atos em prol da preservação do patrimônio ambiental local foi desenvolvida em 1876 e assim caracteriza-se como:
"Os parques constituem unidades de conservação, terrestres e/ou aquáticas, normalmente extensas, destinadas à proteção de áreas representativas de ecossistemas, podendo também ser áreas dotadas de atributos naturais ou paisagísticos notáveis, sítios geológicos de grande interesse científico, educacional, recreativo ou turístico, cuja finalidade é resguardar atributos excepcionais da natureza, conciliando a proteção integral da flora, da fauna e das belezas naturais com a utilização para objetivos científicos, educacionais e recreativo. Assim, os parques são áreas destinadas para fins de conservação, pesquisa e turismo. Podem ser criados no âmbito nacional, estadual ou municipal, em terras de seu domínio, ou que devem ser desapropriadas para esse fim." ( Infraestrutura e Meio Ambiente. 2020)
Na realidade brasileira, podemos destacar a área da Ilha do Bananal. Considerada a maior ilha fluvial do mundo, na divisa de Tocantins (Goiás, à época da proposta) com Mato Grosso, às margens do Rio Araguaia. A ilha foi colocada como parque pelo seu valor imensurável para a comunidade local e para o planeta e para assegurar que área não fique degradada por possíveis invasões ou mal uso de seus recursos, os parques brasileiros estão sob tutela do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – Lei 9.985 de 18 de julho de 2000. Todavia, ainda com a fiscalização, essa região é colocada em risco pelas frequentes queimadas ilegais.
Como exemplo inserido em centros urbanos, podemos destacar o famosos parque ecológico Chico Mendes, localizado na cidade do Rio de Janeiro.
O Parque Ecológico Chico Mendes, ou Parque Natural Municipal Chico Mendes, é uma unidade de conservação pública situada no Recreio dos Bandeirantes, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Seu nome faz referência ao líder seringueiro assassinado no Acre, em 1988. Chico Mendes foi uma figura de destaque no Brasil ao lutar com grandes extrativista na Amazônia Brasileira, sendo um simbolo de resistência às causas ecológicas no Brasil e no mundo.
O parque em questão fica localizado as margens de vias asfaltadas e prédios residencias. É um dos poucos locais em preservação na cidade e que recupera a biodiversidade local, sendo a fauna e a flora mantida exclusivamente pelo poder público.
No parque existe a educação ambiental, em que palestras e cursos sobre o meio ambiente as práticas sustentáveis possam ser ensinadas para crianças de ensino público e jovens adultos interessados. O objetivo nesse sentido é para além da conservação ambiental por si só, mas também é a de recuperar na humanidade recente, a responsabilidade de se cuidar e se preocupar com natureza como parte indissolvível da sobrevivência humana.
Paola Pessoa
Bibliografia
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/fundacaoflorestal/pagina-inicial/parques-estaduais/parques-conceito/
Nesse sentido, o exemplo aqui destacado é a prática de conservação ambiental a partir da construção de parques ecológicos em áreas urbanas. Esses parque foram desenvolvidos com o objetivo e preservar a natureza e os recursos nela existentes.
A grande densidade demográfica dos centros urbanos acabaram por fomentar cada vez mais o uso do território para fins humanos, sendo a terra, o local de maior acesso as produções agrícolas e industriais, mas que são desenvolvidos a partir de uma exploração excessiva e prejudicial para a vida saudável do planeta.
As cidades e a cultura automotiva trouxeram para a vida dos citadinos maiores problemas de poluição e emissão de gases poluentes. A quantidade de CO2 na atmosfera vem crescendo em números alarmantes. Os engarrafamentos, os carros poluidores e os transportes públicos em massa colocam ao ambiente da cidade, uma sensação e realidade de poluição e mal estar. Entretanto, a industria de automóveis cresceu em média 11,4% no ano de 2019, de acordo com a notícia disponibilidade pelo Jornal Folha de São Paulo.
Dessa maneira, a criação de parques e zonas de preservação podem ser considerados, do ponto de vista ecológico, como uma tentativa na gestão da ocupação e produção da cidade, de se coexistir o meio ambiente natural sem maiores impactos humanos em sua permanência com a vida turbulenta da cidade.
A denominação de parques como atos em prol da preservação do patrimônio ambiental local foi desenvolvida em 1876 e assim caracteriza-se como:
"Os parques constituem unidades de conservação, terrestres e/ou aquáticas, normalmente extensas, destinadas à proteção de áreas representativas de ecossistemas, podendo também ser áreas dotadas de atributos naturais ou paisagísticos notáveis, sítios geológicos de grande interesse científico, educacional, recreativo ou turístico, cuja finalidade é resguardar atributos excepcionais da natureza, conciliando a proteção integral da flora, da fauna e das belezas naturais com a utilização para objetivos científicos, educacionais e recreativo. Assim, os parques são áreas destinadas para fins de conservação, pesquisa e turismo. Podem ser criados no âmbito nacional, estadual ou municipal, em terras de seu domínio, ou que devem ser desapropriadas para esse fim." ( Infraestrutura e Meio Ambiente. 2020)
Na realidade brasileira, podemos destacar a área da Ilha do Bananal. Considerada a maior ilha fluvial do mundo, na divisa de Tocantins (Goiás, à época da proposta) com Mato Grosso, às margens do Rio Araguaia. A ilha foi colocada como parque pelo seu valor imensurável para a comunidade local e para o planeta e para assegurar que área não fique degradada por possíveis invasões ou mal uso de seus recursos, os parques brasileiros estão sob tutela do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – Lei 9.985 de 18 de julho de 2000. Todavia, ainda com a fiscalização, essa região é colocada em risco pelas frequentes queimadas ilegais.
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| Ilha do Bananal, Estado do Tocantins. Foto Google 2020 |
O Parque Ecológico Chico Mendes, ou Parque Natural Municipal Chico Mendes, é uma unidade de conservação pública situada no Recreio dos Bandeirantes, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Seu nome faz referência ao líder seringueiro assassinado no Acre, em 1988. Chico Mendes foi uma figura de destaque no Brasil ao lutar com grandes extrativista na Amazônia Brasileira, sendo um simbolo de resistência às causas ecológicas no Brasil e no mundo.
O parque em questão fica localizado as margens de vias asfaltadas e prédios residencias. É um dos poucos locais em preservação na cidade e que recupera a biodiversidade local, sendo a fauna e a flora mantida exclusivamente pelo poder público.
No parque existe a educação ambiental, em que palestras e cursos sobre o meio ambiente as práticas sustentáveis possam ser ensinadas para crianças de ensino público e jovens adultos interessados. O objetivo nesse sentido é para além da conservação ambiental por si só, mas também é a de recuperar na humanidade recente, a responsabilidade de se cuidar e se preocupar com natureza como parte indissolvível da sobrevivência humana.
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| Parque Ecológico Chico Mendes. Google 2020 |
Bibliografia
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/fundacaoflorestal/pagina-inicial/parques-estaduais/parques-conceito/


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